sábado, 14 de agosto de 2010
Hardware2
Muitas vezes, temos a impressão de que novas tecnologias (sobretudo componentes miniaturizados) são mais caras, mas, na maior parte dos casos, o que acontece é justamente o contrário. Produzir chips utilizando uma técnica de 45 nanometros é mais barato do que produzir utilizando uma técnica antiga, de 90 ou 180 nanometros, pois transístores menores permitem produzir mais chips por wafer, o que reduz o custo unitário. Usando uma técnica de 180 nanometros (0.18 micron), temos transístores 16 vezes maiores que ao utilizar uma técnica de 45 nanometros. Isso significa que, utilizando aproximadamente o mesmo volume de matéria-prima e mão de obra, é possível produzir quase que 16 vezes mais chips.
É bem verdade que migrar para novas tecnologias implica um grande custo inicial, já que a maior parte do maquinário precisa ser substituído. Os fabricantes aproveitam o impulso consumista do público mais entusiasta para vender as primeiras unidades muito mais caro (o que cria a impressão de que a nova tecnologia é mais cara), mas, uma vez que os custos iniciais são amortizados, os produtos da nova geração acabam custando o mesmo, ou menos que os anteriores, mesmo incluindo mais funções.
Assim como os demais componentes, os chipsets evoluíram e incorporaram mais funções. Nos micros 386, até mesmo as interfaces IDE e portas seriais eram adicionadas através de placas de expansão, enquanto a maioria das placas atuais incluem, além das interfaces básicas, também interfaces vídeo, som e rede onboard, ou seja, oferecem a um custo muito baixo funções que antes precisavam ser adicionadas através de placas extras.
A grande maioria dos chipsets segue o projeto tradicional, onde as funções são divididas em dois chips, chamados de porte norte (north bridge) e ponte sul (south bridge). Nos últimos anos essa designação anda um pouco fora de moda, com os fabricantes adotando nomes pomposos, mas ainda pode ser utilizada como uma definição genérica.
A ponte norte é o chip mais complexo, que fica fisicamente mais próximo do processador. Ele incorpora os barramentos "rápidos" e as funções mais complexas, incluindo o controlador de memória, as linhas do barramento PCI Express, ou o barramento AGP, além do chipset de vídeo onboard, quando presente. As placas para processadores AMD de 64 bits não possuem o controlador de memória, já que ele foi movido para dentro do processador.
Nas placas atuais, a ponte norte do chipset é sempre coberta por um dissipador metálico, já que o chip responde pela maior parte do consumo elétrico e, conseqüentemente, da dissipação de calor da placa-mãe. Em alguns casos, os fabricantes chegam a utilizar coolers ou até mesmo heat-pipes para refrigerá-lo.
A ponte sul é invariavelmente um chip menor e mais simples que o primeiro. Nas placas atuais ela incorpora os barramentos mais lentos, como o barramento PCI, portas USB, SATA e IDE, controladores de som e rede e também o controlador Super I/O, que agrupa portas "de legado", como as portas seriais e paralelas, porta para o drive de disquete e portas do teclado e mouse (PS/2).
É comum que os fabricantes adicionem funções adicionais ou substituam componentes disponíveis na ponte sul, incluindo controladores externos. Com isso, podem ser adicionadas portas SATA ou IDE adicionais, o controlador de áudio pode ser substituído por outro de melhor qualidade ou com mais recursos, uma segunda placa de rede onboard pode ser adicionada e assim por diante. Entretanto, com pouquíssimas exceções, as funções da ponte norte do chipset não podem ser alteradas. Não é possível adicionar suporte a mais linhas PCI Express ou aumentar a quantidade de memória RAM suportada (por exemplo) adicionando um chip externo. Estas características são definidas ao escolher o chipset no qual a placa será baseada.
Embora incorpore mais funções (em número) as tarefas executadas pela ponte sul são muito mais simples e os barramentos ligados a ela utilizam menos trilhas de dados. Normalmente os fabricantes utilizam as tecnologias de produção mais recente para produzir a ponte norte, passando a produzir a ponte sul utilizando máquinas ou fábricas mais antigas.
No caso de um fabricante que produz de tudo, como a Intel ou a AMD, é normal que existam três divisões. Novas técnicas de produção são usadas para produzir processadores, a geração anterior passa a produzir chipsets e chips de memória, enquanto uma terceira continua na ativa, produzindo chips menos importantes e controladores diversos. Isso faz com que o preço dos equipamentos seja mais bem amortizado. No final, o maquinário obsoleto (a quarta divisão) ainda acaba sendo vendido para fabricantes menores, de forma que nada seja desperdiçado. :)
Por exemplo, o chip MCH (ponte norte) do chipset P35, lançado pela Intel em julho de 2007, é ainda produzido em uma técnica de 0.09 micron, a mesma utilizada na produção do Pentium 4 com core Prescott, cuja produção foi encerrada mais de um ano antes. O chip ICH9 (ponte sul), por sua vez, é ainda produzido utilizando uma técnica de 0.13 micron, a mesma usada no Pentium 4 com core Northwood e no Pentium III com core Tualatin. A diferença na técnica de produção é justificável pela diferença de complexidade entre os dois chips. Enquanto o MCH do P35 possui 45 milhões de transístores (mais que um Pentium 4 Willamette, que possui apenas 42 milhões), o ICH9 possui apenas 4.6 milhões, quase 10 vezes menos.
Nos antigos chipsets para placas soquete 7 e slot 1, como o Intel i440BX e o VIA Apollo Pro, a ligação entre a ponte norte e ponte sul do chipset era feita através do barramento PCI. Isso criava um grande gargalo, já que ele também era utilizado pelas portas IDE e quase todos os demais periféricos. Nessas placas, até mesmo o barramento ISA era ligado no sobrecarregado barramento PCI, através de um chip conversor, o PCI-to-ISA bridge.
Nas placas atuais, a ligação é feita através de algum barramento rápido (muitas vezes proprietário) que permite que a troca de informações seja feita sem gargalos. Não existe uma padronização para a comunicação entre os dois chips, de forma que (com poucas exceções) os fabricantes de placas-mãe não podem utilizar a ponte norte de um chipset em conjunto com a ponte sul de outro, mesmo que ele seja mais barato ou ofereça mais recursos.
O chipset é de longe o componente mais importante da placa-mãe. Excluindo o chipset, a placa-mãe não passa de um emaranhado de trilhas, conectores, reguladores de tensão e controladores diversos. Placas que utilizam o mesmo chipset tendem a ser muito semelhantes em recursos, mesmo quando fabricadas por fabricantes diferentes.
Devido a diferenças no barramento e outras funções, o chipset é sempre atrelado a uma família de processadores específica. Não é possível desenvolver uma placa-mãe com um chipset AMD que seja também compatível com processadores Intel, por exemplo.
Como o chipset é também o componente mais caro da placa-mãe, ele também é um indicador da qualidade geral da placa, já que placas com chipsets baratos, sobretudo as com os modelos mais simples da SiS e VIA tendem a ser "baratas" também em outros aspectos. Por outro lado, é raro que um fabricante utilize um chipset mais caro, da Intel ou nVidia, em uma placa de segunda linha.
Embora fosse relativamente rápido, o VLB estava longe de ser perfeito. Em 1992 foi introduzido o barramento PCI, que manteve a mesma freqüência de operação, mas incorporou suporte nativo a plug-and-play e bus mastering, além de romper os laços de legado com o ISA, o que simplificou muito a pinagem do barramento.
A freqüência nativa do PCI é de 33 MHz, o que resulta numa taxa de transmissão teórica de 133 MB/s. Entretanto, assim como em outros barramentos, a freqüência do PCI está vinculada à freqüência de operação da placa-mãe, de forma que, ao fazer overclock (ou underclock) a freqüência do PCI acaba também sendo alterada.
Em uma placa-mãe soquete 7 antiga, que opera a 66 MHz, o PCI opera à metade da freqüência da placa-mãe. Ao fazer overclock para 75 ou 83 MHz, o PCI e todas as placas conectadas a ele passam a operar a respectivamente 37.5 MHz e 41.5 MHz. Isto acabava resultando em um ganho expressivo de desempenho, já que, além do processador, temos ganhos de desempenho também em outros componentes.
Conforme a freqüência das placas foi subindo, passaram a ser utilizados divisores cada vez maiores, de forma a manter o PCI operando à sua freqüência original. Em uma placa-mãe operando a 133 MHz, a freqüência é dividida por 4 e, em uma de 200 MHz, é dividida por 6.
Como você pode notar, o barramento PCI tem se tornado cada vez mais lento com relação ao processador e outros componentes, de forma que com o passar do tempo os periféricos mais rápidos migraram para outros barramentos, como o AGP e o PCI-Express. Ou seja, a história se repete, com o PCI lentamente se tornando obsoleto, assim como o ISA há uma década atrás.
Esse socket tem um encaixe do processador "PGA 370" por isso você pesquisa no google mais ou menos assim: Processadores com Socket "PGA 370" dai ira aparecer varios processadores que você pode ta comprando quanto da Intel ou da AMD.<------- "Socket PGA 370"
Agora segue abaixo a video aula de como usar o Everest
01. Esta é a principal tela do Fresh Diagnose. Na parte esquerda da janela, temos a lista com todos os componentes cujas informações você pode obter, como Hardware, Software e dispositivos (Devices).

02. Cada categoria apresenta várias subcategorias com informações detalhadas de cada componente. Por exemplo, em Hardware, temos Processor, com informações sobre todos os recursos do processador de sua máquina.

03a. Se você quiser salvar as informações obtidas através do Fresh Diagnose, o botão Report na barra de ferramentas permite criar relatórios detalhados. Você deve escolher onde o mesmo será salvo (Target Directory), o estilo do mesmo (Style) - os relatórios são arquivos HTML e quais informações estarão nele (marcando e desmarcando os itens da lista). Para criar o relatório, clique em Build.

03b. Como é possível ver na imagem abaixo, o design do relatório é semelhante ao design do próprio Fresh Diagnose.

04a. O Fresh Diagnose também permite fazer testes em componentes do sistema. Mas ele precisa ser registrado para que esta funcionalidade seja disponibilizada. Para registrá-lo (gratuitamente), aponte para o Menu Help > Register.

04b. Com o Fresh Diagnose já registrado, as opções de teste estão em Benchmarks. Escolha algum dos testes e clique no botão Start, localizado na parte superior direta da janela.

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Aprenda em videoaulas a utilizar o Windows XP. Ideal para iniciantes e para quem deseja relembrar e até mesmo aprender alguma coisa que não aprendeu ainda. Este roda também em aparelhos de DVD.
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Backup é hoje essencial para qualquer pessoa ou empresa que usa um computador ou outro dispositivo como máquina fotográfica, mp3s etc. Porém, apesar de ser uma tarefa simples é quase sempre esquecida ou negligenciada.
Existem muitas maneiras de perder informações involuntariamente. As vezes isso pode acontecer por uma queda de energia, um relâmpago, falha mecânica, incêndio, roubo do equipamento, etc.
Manter cópias de backup dos seus arquivos regularmente e os manter em um local seguro é fundamental para se obter parte ou mesmo todos os dados de volta, porém esta segurança hoje em dia pode ser ampliada através de uso de um Backup Online e offsite.
Offsite é quando seus arquivos estão armazenados em outro lugar diferente dos arquivos originais, separados por kms de distância, garantindo que seu equipamento mesmo que seja roubado ou sofra um incêndio, você ainda terá acesso aos seus dados originais.
O primeiro passo para um backup bem feito é selecionar quais arquivos e informações deverão constar neste backup e isso deve levar em consideração exatamente quais arquivos você não poderia repor em caso de perda ? Veja a lista de alguns arquivos importantes a ser considerado em um backup: Arquivos contendo informações financeiras, fotografias digitais, projetos pessoais, e-mails, calendários, contatos, os favoritos do seu navegador favorito, arquivos de processadores de texto, planilhas eletrônicas etc.
Alguns arquivos que o backup não se faz necessário: Programas de instalação, pois você possui o software para instalar novamente em caso de problema, o sistema operacional etc.
Portanto da próxima vez que você for preparar seus arquivos para BACKUP, selecione bem quais arquivos irão fazer parte deste backup e quais vão ficar de fora. Isso garantirá que somente as informações mais importantes sejam protegidas, tornando seu backup mais produtivo e menor. Quanto menos arquivos você precisar de backup, maiores as chances de você fazer com maior frequencia.
Os jumpers são pequenas peças plásticas, internamente metalizadas para permitir a passagem de corrente elétrica, que são encaixadas em contatos metálicos encontrados na placa mãe ou em vários outros tipos de placas.
Os jumpers permitem a passagem de corrente elétrica entre dois pinos, funcionando como um interruptor. Alternativas na posição de encaixe dos jumpers, permitem programar vários recursos da placa mãe, como a voltagem, tipo e velocidade do processador e memória usados, além de outros recursos. Ao montarmos um PC, os jumpers da placa mãe devem ser corretamente configurados, caso contrário podemos, em casos extremos, até mesmo danificar alguns componentes.
Os jumpers são mais um componente em extinção nas placas mãe modernas, pois a maioria das placas atuais são "jumperless", ou seja, não possuem jumper algum, sendo toda a configuração das funções da placa feita através do CMOS Setup. No caso de placas que ainda trazem jumpers, muitas vezes estes são substituídos por dip-switches, que tem a mesma função, mas são um pouco mais práticos.


Basicamente overclocking consiste em mudar as configurações do hardware para que ele funcione em uma velocidade superior a aquela para qual ele foi projetado.Você pode fazer um overclock desde um processador 486 até placas de vídeo. Esses equipamentos foram projetados para poderem ser usados em uma faixa de velocidade acima do especificado sem que seu funcionamento fosse comprometido. Na verdade, dizem que não existe uma linha de produção separada para cada tipo de processador; todos são fabricados iguais e recebem a faixa de freqüência de operação quando são testados. Assim, o fabricante pode ter certeza que o seu produto irá funcionar dentro dos limites que ele estabeleceu (geralmente inferiores aos que foram testados).
Mas vale a pena ressaltar que, mudando suas características muito acima do que foi estabelecido, os componentes podem ser permanentemente danificados.
Nos computadores de mesa (desktop) encontra-se alocado dentro do gabinete juntamente com a placa-mãe e outros elementos de hardware. No passado, os processadores eram constituídos de elementos discretos e ocupavam grandes espaços físicos. Com o advento da microeletrônica, a válvula foi substituída pelo transistor, e este por sua vez, permitiu integração em alta escala, originando os microprocessadores.
Os processadores trabalham apenas com linguagem de máquina (lógica booleana). Realizam as seguintes tarefas:
- Busca e execução de instruções existentes na memória. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes), são transferidos para a memória. Uma vez estando na memória, o processador pode executar os programas e processar os dados;
- Controle de todos os chips do computador.
Se na época do 386 a velocidade das memórias já era um fator limitante, imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos atualmente. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória cache, um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais frequentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Sem ela, o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória, podendo cair em até 95%!. São usados dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário, ou cache L2 (level 2).
O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido, é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centenas de vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela.
Para complementar, usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma do cache secundário, que por ser muito mais barato, permite que seja usada uma quantidade muito maior.
Uma CPU (Central Processor Unit, que é o processador em si, e não o computador inteiro, com gabinete, placa mãe, etc., como costuma-se chamar), tem em seu interior milhares ou milhões de portas lógicas compostas de transistores. Essas portas têm como entrada 1 ou mais "fios" elétricos e como saída 1 ou mais "fios" elétricos. Cada porta lógica é uma função que mapeia as entradas (vários fios em 0 (sem tensão) ou 1 (com tensão)) em saídas 0 ou 1.
Para formar um circuito útil, são necessárias várias portas lógicas, inclunindo portas que têm saídas ligadas na entrada de outras portas (ou seja, a entrada de uma porta é a saída de outra).
A grosso modo, um pulso do clock do processador diz quando a entrada de uma porta lógica deve ser lida por ela (ou seja, a "tensão" da saída da porta lógica anterior já chegou na entrada dela, e já está estabilizada).
Exemplificando de forma simples, se temos 1000 portas lógicas ligadas em seqüência, precisamos de 1000 pulsos de clock para que a última porta lógica tenha sua saída em acordância com a entrada, pois a cada pulso de clock o sinal da entrada se propaga para a próxima porta lógica, até atingir a saída da última porta lógica. Lembre-se que as portas lógicas modificam a entrada de acordo com uma função, portanto o sinal de saída depende das funções de todas as portas lógicas no caminho.
Desta forma, se esse circuito tem um clock de 1Hz, levará 1000s para que o "resultado final" apareça na última porta lógica. Se o circuito tem um clock de 1Khz, levará 1 segundo Se for 1Mhz levará 0.001 segundo, e assim por diante. Portanto, quanto mais rápido o clock desse circuito, mais rápido a resposta será observada.
Apesar de ter grande ligação com o desempenho de processadores, o clock não é o único fator responsável pelo desempenho. Há muitos fatores que influenciam o desempenho, como a arquitetura do processador, clock de cache, de memória, etc. Obviamente, para processadores de mesma arquitetura, um clock maior implica em melhor desempenho. Porém, é extremamente factível processadores de menor clock terem desempenho superior a processadores de maior clock.
Para o conceito de "porta lógica" não ficar tão abstrato, dois exemplos (não esqueça que 0 representa "sem tensão" e 1 representa "com tensão"):Porta lógica "Not". Se a entrada é 0, propaga 1 na saída. Se a entrada é 1, propaga 0 na saída.
Porta lógica "And". Tem duas entradas e 1 saída. Se as duas entradas são 1, propaga 1 na saída. Qualquer outra combinação na entrada propaga 0 na saída.
Os discos de boot são usados para:Instalação de sistemas operacionaisRecuperação de dadosEliminação de dadosSolução de problemas em hardware ou softwarePersonalizar um sistema operacional;Demonstração de softwareTer acesso administrativo caso uma senha tenha sido extraviada (depende do sistema operacional)
Dado que muitos computadores podem iniciar a partir de discos rígidos contendo um sistema operacional e outros softwares em geral não é necessário um disco de boot. Discos flexíveis e CD-ROMs são as mídias mais comuns para os discos de boot porém unidades de fita, unidades zip e mais recentemente pen drives também são utilizados. A BIOS do computador deve ter suporte a boot para o dispositivo em questão.


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